SINDPOC faz caminhada sexta-feira (15) pedindo justiça e a prisão de advogado agressor de policial



O Sindicatos dos Policiais Civis do Estado da Bahia (SINDPOC), irão na sexta-feira (15), realizar uma caminhada, a partir das 11h, em direção a sede da Organização dos Advogados do Brasil (OAB)-Bahia, situada na Av. Joana Angélica, com o intuito de cobrar justiça e prioridade pela prisão do advogado Orlando Ferreira de Assis OAB Nº 30.232, que em momento agressivo causou uma tentativa de homicídio em Orlando Freire Assis, investigador da Polícia Civil, no domingo (10), em Feira de Santana.
A manifestação realizada solicitará também que o advogado seja expulso e tenha sua carteira da ordem dos advogados suspensa.  
O sindicato dos policias protocolou ofício junto ao Presidente da (OAB-BA) com o  pedido de apuração da conduta adotada pelo advogado e as respectivas medidas judiciais cabíveis para que o crime não fique impune. " A postura dele foi incompatível com as atribuições de um advogado. O fato não pode ficar impune! Ele precisa ser penalizado pelo crime que ele cometeu. A agressão covarde  causou uma grande revolta e perplexidade nos policiais civis e não vamos aceitar impunidade", frisa Eustácio Lopes, Presidente do SINDPOC.
Em vista da indignação da atitude dos suspeito o SINDPOC pagará uma recompensas de R$ 1 mil reais a que passar informações que levem a prisão do foragido.

Lembrando o caso

O crime ocorreu na noite do último domingo (10), e foi filmado por uma testemunha. As agressões ocorreram no estacionamento de uma casa de shows, onde ocorria uma festa que o policial e o suspeito participavam. O homem que quase foi baleado tentava defender a vítima. De acordo com a Polícia Civil, a briga teria começado durante o evento.


Orlando Freire Assis
O advogado é considerado foragido, e pode responder por dupla tentativa de homicídio - contra o policial e contra o caminhoneiro. Segundo a polícia, ele já tinha antecedente criminal, por agressão ocorrida em 2007. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Feira de Santana informou que o suspeito pode ter a carteira cassada, se for condenado pelo crime desta semana.

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