Polícia Federal cumpre mandados no sul da Bahia por fraudes em licitações


O esquema de fraudes a licitações e de superfaturamento de contratos envolvendo empresas e prefeituras do sul da Bahia alvos das Operações Sombra e Escuridão e Elymas Magnus movimentou R$ 34 milhões no período de 2015 a 2017, segundo a Controladoria-Geral da União (CGU). Os nomes das empresas ainda não foram divulgados pela CGU e pela Polícia Federal (PF). O esquema de fachada era liderado por um empresário de Itabuna, conforme a Controladoria-Geral, mas a identidade do homem é preservada.
Segundo a CGU, durante as investigações da Operação Sombra e Escuridão, descobriu-se que um grupo de empresas de fachada e constituídas por “laranjas” fraudava licitações no sul da Bahia. O empresário de Itabuna tinha colaboração do grupo de Igrapiúna, no baixo-sul, para as fraudes ou superfaturamentos de contratos. A operação Elymas Magus foi deflagrada a partir das investigações da Sombra e Escuridão. As investigações envolvendo beneficiários do Bolsa Família foram fundamentais para a descoberta do esquema.
Os envolvidos no esquema compareciam às sessões de licitações apenas para exigir dos outros participantes uma “compensação” para desistir do certame ou então fazia ajustes prévios e combinações para vencer as licitações, etapa que também envolvia agentes públicos municipais. Os contratos acabavam não sendo cumpridos.

Pimenta

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