Forte comoção no enterro das vítimas de homicídio no Daniel Gomes




Os enterros de Adeílton Cardoso Santos, de 39 anos, e do filho, , Alan Oliveira dos Santos, de 15 anos, foram      marcados por grande comoção e protestos, na sexta-feira (14), na cidade   de Itabuna, no sul da Bahia.
Os dois foram mortos depois que a casa onde moravam        foi invadida por criminosos armados, na madrugada da quinta-feira (13). As vítimas dormiam no momento do ataque e            foram surpreendidos a tiros.
Conforme a polícia, Adeílto Cardoso, que era cadeirante, era o alvo dos bandidos. Alan foi morto porque estava em casa     no momento do ataque.
O homem era investigado por tráfico de drogas na região e     já tinha sido preso, em 2011, por homicídio. Já o adolescente  não tinha nenhum envolvimento com crimes.
Alan era integrante de uma igreja evangélica e participava       do projeto afro Encantarte, em Itabuna. Após a morte do adolescente, o grupo divulgou uma nota de pesar.
No comunicado, o projeto informou que Alan era um dos alunos mais educados e que o garoto se destacava nas aulas de dança 
e percussão. Ainda na nota, o projeto afirmou que a   sociedade estava perdendo "um jovem honrado, sonhador, brilhante         e digno de todo respeito".
Durante o velório e enterro do menino, em Itabuna,         amigos, familiares e integrantes de projetos sociais da cidade       fizeram uma caminhada para pedir paz.

G1

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